terça-feira, 9 de julho de 2013

o verdadeiro valor das férias.







Ficava de férias o ano inteiro. Não me interpretem mal. Nos dias que correm ter um trabalho que se goste é um luxo. E eu tenho. Tenho que agradecer por isso, mas esta vida de férias fica-me mesmo bem. Era capaz de prolongá-las por mais um mês, mas enquanto não é possível vou aproveitando o melhor que posso e mentalizo-me que depois disto acabar terei os fins-de-semana para chilar com os meus amiguinhos do coração. Afinal de contas são as pessoas que fazem os sítios e são elas que concretizam o verdadeiro valor das férias.

Love
C.

domingo, 7 de julho de 2013

Os 5 km mais coloridos e felizes do planeta!




     Meus queridos,
     Fiz uma pausa nas minhas férias para correr/ caminhar os 5km mais coloridos e quentes de sempre. Com o país a arder quase que víamos a The Color Run por um canudinho. Mas com um ajuste de horário tudo se resolveu e lá fomos nós com mais de 30º em cima do corpinho levar com cores e água fresca.
Foi a primeira vez que me aventurei nestas coisas, mas quero mesmo repetir. Seja na Color ou quem sabe numa maratona a sério.
     Fiquei fã da Color Run e a alegria que tinha visto noutras fotografias e vídeos de eventos passados é mesmo real. Há muita música e cor, muita alegria. Sem dúvida o evento perfeito para tornar as pessoas mais felizes, nem que seja apenas por um dia. Para mim que estou de férias (e com grau de felicidade bastante considerável) foi a cereja no topo do bolo.

     Vou continuar com esta vida difícil :) Depois mostro-vos mais coisinhas destes dias em que até São Pedro me fez a vontade.

     Love
     C.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

pausa para cafés.


     Faltam exactamente dois dias para fazer um mês que não ponho aqui os dedos a escrever histórias de fotografias. Vergonhoso! Inadmissível! Logo eu que sempre critiquei pessoas que faziam blogues, nos habituavam a boa escrita e depois nos abandonavam sem actualizações.
     Estão a ver aquelas pausas para café a meio da manhã ou pela tarde quando é preciso respirar fundo? Ando a assim, a precisar de uma larga pausa para cafés, chás, sumos de laranja, caipirinhas, tintos e tudo que houver para beber. Uma pausa que dure duas ou três semanas para respirar e descansar a cabeça. Sim, a cabeça porque o corpo aguenta sempre mais um pouco. Deixei-me das aulas de ginástica por falta de tempo, deixei-me das corridas e por isso a minha cabeça está bem mais cansada que as minhas pernas e braços. Mas prometo aqui que a partir de dia 28 de Junho tudo vai mudar. Dias longos e com mais tempo para compensar os dias de balda. 

     Love
     C.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

as conversas são como as cerejas.


     Só já consigo pensar em cerejas, conversas, noitadas de Verão, finos gelados (mesmo com a garganta neste estado), relvas frescas para deitar o corpo, areia, água salgada, sardinha assada, cansaço depois da praia, cheiro a protector solar, dias longos e ainda falta quase um mês e meio para ir (merecidamente) de férias. Mesmo assim, é urgente começar a aproveitar, pelo menos, 80% de todas as estas coisinhas que referi. Se vocês soubessem a vontade que tenho de um biquíni no corpo e uma havaiana no pé. Se soubessem, também, como precisava que o dia tivesse 48 horas. 

     P.S - Já agora e para que se roam de inveja, aqui ficam as primeiras cerejas de 2013 :) Vindas de Norte, claro!

     Love
     C.

domingo, 12 de maio de 2013

surpresas de sexta-feira.



     Depois de duas tentativas falhadas, à terceira foi mesmo de vez. Sexta-feira com moelas e panaché e para compensar uma semana de estudo e trabalho a B. trouxe ovinhos Kinder para todas. Um amorzinho a contribuir para a nossa celulite e felicidade. Depois de alguns percalços com a panela de pressão o resultado  gastronómico foi maravilhoso.

     Love
     C.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

saudades em português



     Hoje falo-vos dos que partem. Dos que, sem querer, são empurrados a fazer uma mala cheia de sonhos. Dos que depois de mil novecentas e treze tentativas são obrigados a fechar a loja e a abrir a mala noutro país ou, até mesmo, noutro continente. Todos os dias, a todos os segundos se perdem mais pessoas, mais talentos, mais sonhos bordados em português. Não falo dos que partem voluntariamente, falo dos que Passos mandou dar passos noutra calçada que não a portuguesa. Falo dos que procuram o que o nosso país não lhes pode dar. Falo dos que daqui a uns anos voltarão, com CV’s dourados e referências estrangeiras, dos que nessa altura terão o reconhecimento que não conseguiram aqui e agora. É triste. É triste precisar de sair, de morrer, de reconhecimento transcontinental para termos quem nos aplauda, quem nos admire e quem faça ruas com o nosso nome.

      Então…é melhor partir.

     Estamos a deixar que partam, estamos a deixar sair o potencial para que outros países tenham a sorte de os ver crescer, de os ajudar a crescer. Na mala levam o galo de Barcelos, as toalhas de mesa minhotas dos namorados, os azulejos, a bandeira. No ouvido o fado, o hino nacional, os poemas de Pessoa e a língua portuguesa, tão bela, tão profunda, tão genuína. Na memória os dias de sol, as praias, a dura pedra dos monumentos que se erguem em cidades cada vez mais vazias de sonhos e esperança. No paladar a feijoada transmontana, as alheiras, as açordas, os bitoques, o vinho e o azeite…as mesas fartas e perfumadas. E no coração a saudade. Essa palavra tão portuguesa, tão profunda, tão dura e difícil de ler e suportar. Ao mesmo tempo, a palavra mais bonita da nossa língua, a única sem tradução e a que levaremos no coração para onde quer que vamos.

      Não é fácil partir, ainda mais quando se leva o coração cheio de família, amigos e momentos felizes neste país que de feliz poucos dias tem tido. Ainda assim, é mais fácil partir a achar que se vai voltar…um dia. Com mais histórias, mais experiências, mais conhecimento e sobretudo a sensação de que as coisas têm ainda mais valor quando se perdem. Ou é aí que lhe damos o devido valor. 
      Mais difícil é ver partir. Quando percebemos que temos um país demasiadamente pequeno para todos. Não devia ser assim, não podia ser assim. Precisamos de um país sem cunhas, sem embaixadores de programas que nunca se percebe muito bem para que servem e que nunca passam de palavras num papel. Precisamos de um país com espaço para o talento, sem burocracias e entraves ao desenvolvimento. Precisamos de um país que nos peça para ficar, que nos erga os braços para um abraço e a esperança que tudo vai, realmente, melhorar. 

     Love
     C.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

um pacotinho de férias.


     Há dias que não dava as caras por aqui, agora é sempre assim. Cá venho desculpar-me pela ausência e desta vez dizer-vos que requisitei um pacotinho de mini férias. Serão 5 dias para descansar as peles e para pensar em nada. Terei os miminhos da mãe, a o lar doce lar vem, literalmente, a Lisboa. Prometo um tempo para cliques especiais que depois lá vos mostrarei. Entretanto vou escolher um bom livro para ler e dar um salto pelos cds em promoção na FNAC (quem sabe na pausa dou uma vista pelos trapinhos ahaha) para me entreter já que ouvi dizer que o sol também ia de férias.

     Love
     C.