sexta-feira, 26 de abril de 2013
um pacotinho de férias.
Há dias que não dava as caras por aqui, agora é sempre assim. Cá venho desculpar-me pela ausência e desta vez dizer-vos que requisitei um pacotinho de mini férias. Serão 5 dias para descansar as peles e para pensar em nada. Terei os miminhos da mãe, a o lar doce lar vem, literalmente, a Lisboa. Prometo um tempo para cliques especiais que depois lá vos mostrarei. Entretanto vou escolher um bom livro para ler e dar um salto pelos cds em promoção na FNAC (quem sabe na pausa dou uma vista pelos trapinhos ahaha) para me entreter já que ouvi dizer que o sol também ia de férias.
Love
C.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
aos 26 de uma princesa.
Já vem sendo hábito isto de festejar aniversários como os ciganos. Uma semana afinal dá para muitas festas e enquanto houver um bolo e velas para soprar haverá voz para cantar. Os vinte e seis da Sónia afinal de contas são apenas um pretexto para lhe dizermos o quanto ela é especial para nós, são apenas um motivo disfarçado para juntarmos os trapinhos, sentarmos o rabinho à volta de uma mesa cheia de comida e doces e mandar umas gargalhas valentes numa noite de semana. Isto é tão bom e até os 26 custam menos a interiorizar. Meu amor lindo, muitos parabéns :) Pelo dia e pelo jantar, estás pronta para casar!
Love
C.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
descobri um novo amor.
Pois é! Descobri um novo amor que iluminará as minhas manhãs sonolentas. Depois do número 10 da Delta decidi-me pelo novo Power Coffee. Espero que faça jus ao nome e me mantenha de pestana bem aberta e dispersa. Se entretanto me ajudar a manter acordada na viagem de regresso a casa no 28 então sim, isto será o verdadeiro POWER! A minha mãe hoje disse-me que estou viciada em café, penso que está a exagerar. Mas confesso que fiquei assustada quando dei por mim em pânico a olhar para a prateleira do supermercado com papel a indicar cápsulas de café "temporariamente indisponível". Ainda olhei duas vezes para ver se era verdade, fui a três sítios diferentes. Bufei e conformei-me com um capuccino deslavado. Agora resolvi acumular três caixas para o caso da Delta querer colocar os seus clientes em pânico. E assim estou bem mais descansada. Mas não Mãe! Não estou viciada!
Love
C.
terça-feira, 9 de abril de 2013
entretanto nas ruas de Lisboa
Eu que nem acho que a anarquia seria solução para tudo isto com que nos deparamos todos os dias em jornais e televisões. Eu que nem acho que a culpa seja só dos que lá estão agora. Eu que nem sei qual seria a solução, sou das que às vezes lhe apetecia dizer: Oh poder, vai-te f****!
Love
C.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
aos 21 de uma princesa.
Quase um mês depois (Desculpem!!!!) volto com as fotografias que gosto mais, talvez daquelas que mais gostamos de guardar para a prosperidade. As fotografias de aniversário. O que eu gosto de ver pessoas a bufar velas e gosto mais ainda de vê-las felizes e a sentirem-se verdadeiras princesas. Este ano foi assim, nos próximos será certamente da mesma forma. Um brinde aos doce 21 da Joana Matias. A irmã que só podia ser minha.
Love
C.
segunda-feira, 18 de março de 2013
intermitências de morte.
Às vezes admiro os corações que se resignam. Os corações que não precisam de um porquê ou de uma justificação. Às vezes apetecia-me acreditar em Deus e nos deuses para não ter de encontrar respostas. Às vezes era melhor que a mesma resposta desse para todas as perguntas.
Love
C.
sexta-feira, 8 de março de 2013
de Fevereiro - com atraso
O mês de Fevereiro parece-me sempre pequeno para escolher um bom tema. Este mês resolvi dar uma oportunidade ao amor e deixei-me embalar pelas pirosices do Dia dos Namorados. Escrevo-vos, portanto, sobre a minha visão do amor, sobre as várias visões do amor que andam por aí, umas mais cor-de-rosa e outras mais cinzentas, quase a roçar no negro.
Nunca gostei muito de dias festivos. Arrisco dizer que o único que me cativa é o Natal e não é pelas prendas. Gosto do espírito e do que anda no ar, gosto de reunir a família e de me empanturrar com coisas que só comemos nessa época. Mas de todos, o que menos gosto é o dia dos namorados. Nesse dia, tudo que já é irritante o resto do ano torna-se ainda mais foleiro. As marcas ficam pirosas e lançam campanhas cor-de-rosa só para sacarem dinheiro aos namoradinhos que apenas nesse dia se lembram que amam. E nesse dia parece que o amor sai das catacumbas mais profundas onde adormeceu nos restantes 364 e floresce em ramos de rosas vermelhas e chocolates rançosos. Desculpem, mas o amor é mais do que isso. Devíamos festejar o dia do amor, isso sim. Aliás, podíamos fazê-lo todos os dias, nem que fosse o amor por uma chávena de café expresso depois de uma noite mal dormida. Nem que fosse o amor pelo senhor que segurou a porta para nos deixar passar. O amor simples, o amor sem artefactos sem provas físicas ou ditas. O amor que não precisa de falar e muitas vezes está presente no abraço apertado de um amigo que não vemos há anos ou num olhar que cruzamos com um desconhecido num transporte público. Um olhar que fica por ali, mas que nunca se sabe no que poderia dar.
Queimem-se as flores de estufa e os chocolates com corantes e conservantes e escrevam-se cartas de amor. Essas que alguém chamou de ridículas, eu chamo apenas de lufadas de ar fresco para corações desconfiados. Palavras que um dia cheirarão a velho e pousar-se-ão em folhas amareladas pelo tempo, mas que ainda assim farão o mesmo sentido como quando a lemos pela primeira vez.
Isto tudo para vos dizer que não sou contra o amor. Sou só contra o amor programado e festejado apenas porque está assinalado no calendário, sou contra o consumismo romântico e de última hora. Sou pelo amor simples e descomprometido de rótulos. E vejo-o quando escrevo sobre qualquer coisa, vejo-o quando trabalho num projecto em que acredito, vejo-o quando dispenso uma hora do meu dia para cozinhar para amigos ou maquilho e penteio as minhas amigas para sair. Vejo-o nas coisas simples da vida como conseguir desenformar um bolo sem estragar nenhum pedaço ou terminar um livro com uma boa história.
O amor é raro e talvez seja isso que o torna tão precioso e incalculável quando nos cai no colo. Não falo desse amor de borboletas no estômago e fugaz como o momento de soprar as velas de um bolo de aniversário, falo do amor ponderado e tranquilizante, do amor sem explicações e justificações, do amor sem hesitações, regras e condutas. Este, pode festejar-se todos os dias e sem necessidade de presentes de ocasião.
Love
C.
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