domingo, 21 de outubro de 2012

pré segunda-feira.


     Não vos consigo explicar o nervoso que os domingos me causam. Muita coisa para fazer e pouca vontade. Um dia inteiro ainda para gozar, mas impossível fazê-lo sem pensar na segunda-feira. Por isso ,acabo sempre por achá-lo uma desperdício. Sem contar que mal acordo arrependo-me de ter dormido até tão tarde e só já penso como me vai custar a adormecer à noite. Durante a tarde dou por mim a pensar que amanhã chove outra vez e não sei que vestir. Lembro-me, também, que na semana passada foi um caos para inventar o que fazer para os jantares. E por isso, esta semana resolvi fazer uma tabela com a ementa diária e ao lado a lista de compras que vou precisar para executar cada cozinhado. Espero com isto pôr fim ao dilema de pensar em cima da hora o que comer ao jantar. 
     A hora vai mudar e o facto de escurecer mais cedo não ajuda em nada à minha vontade de manter uma vida saudável. Demasiado tarde para correr ao sair do trabalho, demasiado cedo para fazê-lo antes de sair, muito menos com dias frios e chuvosos. Esta semana espero orientar a minha agenda de forma a dar rendimento à coisa, mas antes disso preciso comprá-la para acabar com os papeis e post-it dispersos na minha vida e na minha bolsa.
     Quanto a amanhã especificamente, que me salvem os cafés!

     Love
     C.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

é oficial: o Verão partiu naquela estrada.


     É oficial: o Verão partiu naquela estrada. A chuva chegou para ficar o que em dias como os de hoje me irrita mais do que o normal. Nada de pessoal contra a chuva, hoje é mesmo contra tudo. Nem enfardar quatro qualidades de bolos diferentes depois de almoço fez as coisas ficarem mais coloridas. Vamos ver se o sushi resolve.

     Love
     C.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

caixas de motivação onde não cabem gerações rascas.


     Às vezes quando oiço dizer às pessoas mais velhas que a nossa geração é a geração rasca, em vez de à rasca, fico mesmo triste e revoltada. Olhar para a geração final dos 80's e inicio de 90's é olhar para a geração que, sem culpa nenhuma, veio aqui parar e sem pedir nada desta treta (que a geração anterior provocou) vai ter de mamar a bucha. Desculpem os termos. Não me incluo na geração rasca e muito menos incluo os meus amigos (ou a maior parte deles). Posso não ter comido o pão que o diabo amassou, mas nunca me senti nenhuma inútil. E, se formos seguir o exemplo dessa geração que nos considera "rascos" será, ainda mais, vicioso do que já é. Não quero generalizar, mas tenho bons exemplos muito perto de mim que de rascas, nada temos. 
     Sabe Deus onde vamos buscar tanta motivação, às vezes. Quando olhamos à nossa volta e tudo parece desmoronar: o preço da electricidade a subir, empresas a falir, pessoas a perder o emprego e as regalias que conquistaram com o esforço do seu trabalho, ganhar menos, gastar mais. Mas vamos buscá-la e nos dias em que não podemos usá-la porque nos "amputam" as mãos, vamos guardá-la em caixinhas. Caixinhas em que pensamos todos os dias e deixamos abertas. 
     Os nossos pais deram-nos o melhor e nós não queremos deixar de ser um orgulho para eles. Isto é ser rasca? Ver portas a fechar e mesmo assim querer com muita força abrir outras e buscar no perdido oportunidades novas e frescas. Isto é ser rasca? Isto, digo-vos eu, de rasca nada tem.

     Love.
     C.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

pequeno caos.


     Arrumações no guarda-fatos costumam inspirar-me. Acho que preciso de voltar a esta tarefa em breve para ver se se faz luz neste pequeno caos.

     Love
     C.

domingo, 14 de outubro de 2012

24 felizes.


     Já vos confidenciei aqui o meu amor por fotografias de aniversário. Sobretudo por fotografias felizes. No final do ano vou fazer a colectânea das fotografias mais queridas de 2012 no que toca a aniversários. Para já fica a do ultimo. O nosso! Um brinde!

     Love
     C.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

do amor e das cabanas pré-fabricadas na história dos três porquinhos


     Pensar no amor e nas cabanas faz-me pensar, também, na história dos três porquinhos. O amor é, na verdade, um bocado como nessa história que tantas vezes ouvi na minha infância para comer a sopa. Só a cabana mais forte resiste. O material de que é feito é importante, mais vale gastar mais e comprar alguma coisa em condições do que ir às marcas brancas e sair "no prejuízo". Claro está que para saber se um material não presta temos de testá-lo, depois disso tiramos as nossas conclusões e escolhemos o mais adequado para construir a nossa cabaninha. De preferência, um material que não se desmanche quando vier algum lobo mau e soprar com muita força.
     Pronto, era isto!

     Love
     C.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

as vindimas.





     Foi bom e era, de facto, tudo que eu estava a precisar. Trouxe recordações, muito boas recordações.
     Love
     C.